01
O problema
Um modelo pode se descrever de forma convincente sem demonstrar que a informação sobre si mesmo muda seu comportamento. Um modelo funcional de si precisa produzir efeitos sob incerteza, transferir-se para condições novas e resistir a explicações mais simples, como familiaridade com o prompt ou memória comum.
02
Como o ICI aborda
A arquitetura ICI separa Body, Agency, Capability e Epistemic Self e acrescenta um canal de interocepção. Continuidade do self, agência e retenção de erro são atacadas com baselines, controles aleatórios e ablações que removem memória, interocepção ou vínculos causais. O objetivo é comportamento funcional falsificável, não uma afirmação sobre consciência fenomenal humana.
03
Exemplo operacional
Se um agente falha porque superestima uma de suas próprias capacidades, o ICI retém o mecanismo em vez de guardar apenas a resposta corrigida. Em seguida, os detalhes superficiais do problema são alterados para testar se esse autoconhecimento modifica a ação antes que a mesma falha volte a ocorrer.
04
Disciplina de evidência
Controles, ablações, repetibilidade e casos de falha fazem parte do resultado. A evidência fica mais forte quando o modelo de si prevê comportamento sob condições modificadas e mais fraca quando uma baseline simples explica o mesmo efeito.